quarta-feira, 17 de junho de 2009

Eva desprezava a corte de todos os senhores, vindos de todos os cantos, em todas as circunstâncias, para manter-se fiel a seus sentimentos. A lembrança daqueles olhos faiscantes que acendiam desejos e impulsos vitais não permitia que ela se entregasse a mais ninguém. Ele não desconfiava disso, mas sabia daquilo, e precisava ela se afastar.

Fim da história de Eva. Início da vida real.

2 comentários:

Isadora disse...

Essa Eva é vc. Só pode...

Viviane de Paula Viana disse...

Isa, Eva é uma personagem. Uma personagem que talvez carregue algo do criador, como um certo romantismo irreal e fora de moda numa sociedade de gladiadores. Saudade de você!
Beijos